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Sérgio Conceição manda fortes insultos a arbitragem e fala do abandono do seu craque em campo

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Sérgio Conceição manda fortes insultos a arbitragem
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Sérgio Conceição manda fortes insultos a arbitragem e fala do abandono do seu craque em campo.

Análise: “Os treinadores que enfrentam nossa equipe tentam surpreender, quebrando a estrutura habitual das equipes. Moreno costumava usar um 4-4-2, geralmente quando estava perdendo, contra o Benfica, Casa Pia e Estoril. Sabíamos que poderia acontecer isso, com uma linha de seis jogadores, já que os alas acompanhavam os laterais, limitando o espaço externo. Muita presença interna, fechando o espaço no meio. Começamos bem o jogo e tivemos oportunidades na primeira e segunda partes que poderíamos ter aproveitado melhor. O trabalho dos jogadores foi crucial. Sérgio Conceição manda fortes insultos a arbitragem.

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O Chaves conseguia realizar transições sem grande perigo. Sempre há lances no jogo que não deixam dúvidas. Na parte final, o Chaves teve vários jogadores buscando o empate. Mérito de Diogo Costa, mas poderíamos ter marcado alguns golos que teriam garantido uma vantagem de 1-0 nos momentos finais. Talvez por falta de eficácia na finalização ou no controle de bola. Lembro-me do Galeno não controlar bem a bola e perder uma oportunidade, ele que é extremamente rápido quando parte em direção ao gol. Fizemos substituições de acordo com a postura do Desportivo de Chaves. No final, por demérito nosso e da equipe adversária, terminamos com a vantagem mínima que nos valeu três pontos.”

Abordagem da equipe Quanto à circulação da bola

“Não recuamos. As substituições não foram nesse sentido. Quanto à circulação da bola por trás? Sendo uma equipe grande, com os torcedores sempre desejando uma vitória expressiva, por quatro, cinco ou seis golos. Já disse e repito: não é fácil. Eles têm jogadores fortes no momento da transição, como qualquer equipe em nosso campeonato. É preciso equilíbrio entre atacar e defender. Ganhar com um futebol espetacular é o que todos desejam, e empatar não seria aceitável, pois estamos acostumados a vencer.

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Acredito que os jogadores tiveram mérito nisso. É natural que uma equipe arrisque mais nos minutos finais. Por alguma ineficácia ofensiva e por um lance duvidoso que poderia mudar o rumo do jogo. São situações que complicam a partida. Em situações de vantagem, não deixamos o jogo fluir, enquanto em outras deixamos. Houve um ou outro lance dentro da área que me pareceu pênalti. É o que é, é o que temos. Temos que olhar para nós mesmos e entender o que podemos controlar.”

Atraso nas substituições:

“Achei que a equipe estava com uma dinâmica positiva em campo. E foi isso que eu estava procurando, com os dois alas jogando mais nas laterais em comparação com Pepê e André Franco, que ocupam bem o espaço interno. Toni e Varela tinham cartão amarelo, mas a equipe estava em um bom momento. No momento em que íamos fazer as substituições, decidi esperar um pouco.”

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Saída de Fran Navarro: “Ainda não conversei com o presidente, mas parece que está encaminhado. Não acho que devemos discutir entradas e saídas em uma entrevista como esta, uma flash interview.”

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